O governo federal anunciou nesta terça-feira um pacote de medidas econômicas que promete reaquecer a economia nacional nos próximos meses. As ações incluem redução de impostos para setores estratégicos, incentivos à inovação e facilitação de crédito para pequenas e médias empresas.
Segundo o ministro da Economia, as medidas visam combater os efeitos da desaceleração global e impulsionar o crescimento do PIB brasileiro, que deve fechar o ano com alta de 2,5%. "Estamos diante de um cenário desafiador, mas com as políticas adequadas, podemos transformar desafios em oportunidades", afirmou o ministro em coletiva de imprensa.
Imediatamente após o anúncio, o mercado financeiro reagiu positivamente. A bolsa de valores registrou alta de 3,2% no dia, com destaque para os setores de tecnologia e infraestrutura. O dólar comercial fechou o dia em queda de 1,8%, cotado a R$ 4,89.
"Esta é a medida mais abrangente dos últimos anos e chega em um momento crucial para a economia brasileira. Os incentivos fiscais para inovação podem colocar o país em uma posição de destaque na América Latina", afirmou a economista-chefe do Banco Central.
Analistas apontam que as medidas devem gerar cerca de 500 mil novos empregos até o final do próximo ano, principalmente nos setores de tecnologia e energia renovável. O pacote também prevê investimentos de R$ 15 bilhões em infraestrutura, com foco em portos e aeroportos.
Os principais setores beneficiados pelo pacote econômico são:
Apesar do otimismo, alguns economistas alertam para os riscos fiscais das medidas. "A desoneração é bem-vinda, mas precisamos acompanhar de perto o impacto nas contas públicas", comentou um analista do mercado financeiro.